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Pornografia em exagero reduz a atividade cerebral

Watching-Porn

Para amantes da pornografia, um alerta: um estudo sobre a relação entre o ato de assistir a pornografia e a redução do tamanho e da atividade do cérebro conclui que é nocivo assistir muita pornografia!! Como pode isso?!! O que acontece é que há uma reação ao estímulo sexual que quanto maior o consumo de imagens pornográficas, mais se deterioravam as conexões entre o corpo estriado e o córtex pré-frontal, que é a camada externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões.

A pesquisa foi feita com 64 homens entre 21 e 45 anos, que responderam sobre os hábitos de consumo de pornografia e se submeteram a exame de ressonância magnética do cérebro para medir o volume e observar como ele reagia às imagens pornográficas. As diferenças foram notáveis nos homens que se abstiveram desse tipo de conteúdo em comparação com aqueles que acessavam regularmente vídeos ou viam imagens de conteúdo sexual. O que pode acarretar em menos eficiência quanto ao prazer sexual porque a relação entre a motivação e a sensação de recompensa encolhe.

Uma dos leitores da matéria confessa que se arrependeu com o excesso de pornografia pois começou a ter problemas sexuais depois do quarto ano de sessões diárias de vídeos, tendo que buscar um especialista para se controlar e voltar a ter prazer. E há pesquisas que apontam uma relação maiores problemas sexuais, disfunções e ejaculação precoce como resultado de exposição em massa a conteúdos pornográficos.

Nos fóruns e sites na internet, na verdade, há muita contradição sobre o assunto, e estudos são feitos sobre o tema, sempre revelando conclusões novas. A média dos entrevistados era de quatro horas semanais de exposição à pornografia. O que é senso comum, de estudiosos ou não, é que o segredo é a moderação, a pornografia provavelmente não é prejudicial, “Tudo vai ser ruim em excesso, e provavelmente não é terrível com moderação”, o doutor Gregory Tau, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos que não estava envolvido no estudo e considera que novas pesquisas precisam ser feitas na área.

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